BANALIZANDO O PROFESSOR:QUE SOCIEDADE A CONSTRUIR?

É indiscutível que o professor é fundamental para o progresso de qualquer sociedade. Sobre a sua responsabilidade formam-se vários profissionais, e, por este facto à profissão de professor é apelidada por muitos, como a profissão das profissões.
O facto da profissão de professor ganhar o estatuto de profissão das profissões, não lhe basta o reconhecimento da sua dimensão. É preciso olhar para o professor com olhos de quem quer ver um país melhor, e isto, significa mais de um mero reconhecimento falacioso.

POR UMA NOVA ALFABETIZAÇÃO DO PROFESSOR

Hoje, o professor se parece mais conformado com o tipo de sociedade que tem, com as condições socioeconómicas ao seu dispor. Este pseudo conformismo que silenciosamente o torna num professor tumular concorre para a sua desqualificação social e o questionamento da sua intelectualidade.
A sociedade tem no professor o elemento fundamental para intervir nas políticas sociais e no questionamento da gestão pública para o bem-estar comum de tal sorte que, se construa uma sociedade justa e humanizada.

BRINCANDO PARA ENSINAR E EDUCAR: Crianças com necessidade educativas especiais

Partindo do pressuposto de que o processo educativo deve configurar-se na perspectiva inclusiva, o que não representa, necessariamente, que o favorecimento das aprendizagens de alunos deve ser forma igualitária. Pelo contrário, as escolas com alunos portadoras de necessidades educativas especiais devem desenvolver planos abrangentes e capacitar seus docentes de sorte a melhor ser prestativos. Com este olhar que o professar saberá lidar com diferentes realidades e especificidade dos alunos.

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre o real e o ideal

No presente texto procura-se trazer a baile, reflexões em torno da formação de professor em Angola para o ensino médio e geral. Tem-se como referência a Escola de Formação de Professores do Lubango para refletir sobre as condições objectivas postas à disposição para a formação de quadros de várias especidades. Outrossim, e com algum suporte bibliográfico, evidencia-se a responsabilidade do professor como perseguidor na busca de um aperfeiçoamento, na construção de novas competências, novas habilidades e novas atitudes atinentes a sua profissionalização na carreira docente.

NOSTALGIA, ESCOLA “ 27 DE MARÇO”


De maneira geral, as pessoas guardam boas e/ou más nostalgias de outras pessoas com que conviveram, de lugares, enfim, por motivos simbólico em suas vidas. 
A nostalgia que aqui é trazida, é de um lugar de formação, de uma escola, a escola do 1º Ciclo do Ensino Secundário na cidade do Lubango, a Escola "27 de Março". 

A UNIVERSIDADE POR UMA IDENTIDADE NA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

Este é apenas o resumo da minha comunicação relativa à participação da 1ª Confêrencia em prol do desenvolvimento das províncias de Benguela e Kuanza-Sul a realizar-se de 16 a 18 de Junho de 2010 em Benguela (Angola), com o título " A universidade por uma identidade na investigação científica".  Foi enquadrada no painel: "Universidade, sociedade e desenvolvimento".

A presente comunicação circunscreve a realidade da universidade pública em Angola, cujas reflexões discorrem do ponto de partida da realidade, fundamentalmente, dos docentes da Faculdade de Letras e Ciências Sociais e da Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto (UAN).
A falta de uma identidade própria no domínio da investigação científica nas unidades orgânicas e na Universidade no geral do país, é motivo de indagações frequentes quando se quer falar de desenvolvimento do país, quando se quer falar da contribuição da Universidade na resolução de muitos problemas sociais.